sexta-feira, novembro 05, 2010

METRÓPOLE

METRÓPOLE



Ao olhar de relance a metrópole gris
O amontoado de condomínios verticais
O agigantado das construções oprime
Misturando realidades tais

Aprisionando o homem nesta cilada
Em desespero e vai-e-vem frenético
Estes personagens do trabalho correm
A contar minutos como se fossem elétricos

Poluição, pobreza, sujeira, arranha-céus e trânsito,
Tudo é tão grande em proporções, é fato!
Num redemoinho constante a vida passa
O homem vive escondido na toca como se fosse rato

A anulação da identidade do transeunte é tal
Como um formigueiro humano, as ruas parecem veias,
Massificando a vida, deixando-a sem razão,
Prendendo o ser humano em sua teia










São Paulo/ Novembro/2005

SÃO PAULO

Este é um trecho do livro São Paulo do Brasil

SÃO PAULO



Tamanha megalópole, nascida ao acaso pelo exaurir de forças do Bandeirante cansado, que chegou ao topo do planalto, onde parou para plantar um pé de civilização, enraizando a vida humana neste local, criando raízes, espalhando; como qual germe, que se funde e procura assegurar a sua sobrevivência.
Produto de muitos que chegaram, alguns para criar e fazer, outros para dês - criar e nada fazer, tornando a noite mais fascinante e a boemia mais alegre.
Produto dos sonhos dos primeiros que chegaram, trabalhando arduamente para construir a terra de oportunidades dos que se aventuraram por ela. Dos que passaram e fincaram um pé, deixando seu legado e sua maneira de pensar para a posteridade, fazendo questão de fazer a diferença, mostrando que tudo depende da persistência e luta árdua, na disposição para o trabalho, não se impressionando com as dificuldades, cumprindo o dever de cidadão.

segunda-feira, novembro 01, 2010

BIENAL DE SÃO PAULO


 O Autor e Artur Rodrigues o Editor da Litteris na Bienal do Livro de São Paulo 2010.
Lançamento do livro São Paulo do Brasil.